sábado, 25 de setembro de 2010

Posso ser o mar !

Aquela louca, absurdamente complicada, tipo nem eu mesmo me entendo... pra gostar de mim tem q gostar do jeito que sou, com esse gênio forte que tenho! Sou aquela q só da satisfação a quem merece, o resto é resto, não são nada meu, apenas são pessoas distante do meu ego, quando erro eu peço desculpa mesmo sendo tão difícil.  Eu choro, com facilidade... eu grito quando necessário, eu riu sempre que me da vontade as vezes sem nem me controlar diante de uma situação. Não consigo fingir que esta tudo bem, quando na verdade não esta. Não consigo falar com alguém só por interesse, esse tipo de reação me causa uma profunda inquietude.  Me da náusea. Quando as pessoas falam na minha cara o que acham fico com raiva por que sei que é verdade, 
Nada pela metade vale apena, não quero a metade da laranja quero a inteira, não pode achar, tem que ter certeza...  Se sou amiga sou pra toda vida, nem o destino desta vida cruel faz separar essa amizade, pode ate se distanciar mas será sempre minha amiga... e nos amores nem comento porque tenho o melhor de todos o amor verdadeiro, eu brigo com as pessoas q eu gosto porque se não brigar não tem graça, tudo tem que ter renovação, sempre digo o que penso ... as vezes me arrependo por achar que magoei as pessoas mas não volto atrás já disse Né! As palavras tem forças, tem poder, e se você julga de mas um pessoa não tem tempo para amar.
Eu sou o fogo que é cessado apenas pela tempestade da chuva.
Em fim eu posso ser o mar do jeito que ele se encontrar.

                                              - Jancelly

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Casamento

 Aquela noite, enquanto minha esposa servia o jantar, eu segurei sua mão e disse: “Tenho algo importante para te dizer”. Ela se sentou e jantou sem dizer uma palavra. Pude ver sofrimento em seus olhos.
De repente, eu também fiquei sem palavras. No entanto, eu tinha que dizer a ela o que estava pensando. Eu queria o divórcio. E abordei o assunto calmamente.
Ela não parecia irritada pelas minhas palavras e simplesmente perguntou em voz baixa: “Por quê?”
Eu evitei respondê-la, o que a deixou muito brava. Ela jogou os talheres longe e gritou “você não é homem!” Naquela noite, nós não conversamos mais. Pude ouví-la chorando. Eu sabia que ela queria um motivo para o fim do nosso casamento. Mas eu não tinha uma resposta satisfatória para esta pergunta. O meu coração não pertencia a ela mais e sim a Jane. Eu simplesmente não a amava mais, sentia pena dela.
Me sentindo muito culpado, rascunhei um acordo de divórcio, deixando para ela a casa, nosso carro e 30% das ações da minha empresa.
Ela tomou o papel da minha mão e o rasgou violentamente. A mulher com quem vivi pelos últimos 10 anos se tornou uma estranha para mim. Eu fiquei com dó deste desperdício de tempo e energia mas eu não voltaria atrás do que disse, pois amava a Jane profundamente. Finalmente ela começou a chorar alto na minha frente, o que já era esperado. Eu me senti libertado enquanto ela chorava. A minha obsessão por divórcio nas últimas semanas finalmente se materializava e o fim estava mais perto agora.
No dia seguinte, eu cheguei em casa tarde e a encontrei sentada na mesa escrevendo. Eu não jantei, fui direto para a cama e dormi imediatamente, pois estava cansado depois de ter passado o dia com a Jane.
Quando acordei no meio da noite, ela ainda estava sentada à mesa, escrevendo. Eu a ignorei e voltei a dormir.
Na manhã seguinte, ela me apresentou suas condições: ela não queria nada meu, mas pedia um mês de prazo para conceder o divórcio. Ela pediu que durante os próximos 30 dias a gente tentasse viver juntos de forma mais natural possivel. As suas razões eram simples: o nosso filho faria seus exames no próximo mês e precisava de um ambiente propício para prepar-se bem, sem os problemas de ter que lidar com o rompimento de seus pais.
Isso me pareceu razoável, mas ela acrescentou algo mais. Ela me lembrou do momento em que eu a carreguei para dentro da nossa casa no dia em que nos casamos e me pediu que durante os próximos 30 dias eu a carregasse para fora da casa todas as manhãs. Eu então percebi que ela estava completamente louca mas aceitei sua proposta para não tornar meus próximos dias ainda mais intoleráveis
Eu contei para a Jane sobre o pedido da minha esposa e ela riu muito e achou a idéia totalmente absurda. “Ela pensa que impondo condições assim vai mudar alguma coisa; melhor ela encarar a situação e aceitar o divórcio” ,disse Jane em tom de gozação.



Minha esposa e eu não tínhamos nenhum contato físico havia muito tempo, então quando eu a carreguei para fora da casa no primeiro dia, foi totalmente estranho. Nosso filho nos aplaudiu dizendo “O papai está carregando a mamãe no colo!” Suas palavras me causaram constrangimento. Do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa, eu devo ter caminhado uns 10 metros carregando minha esposa no colo. Ela fechou os olhos e disse baixinho “Não conte para o nosso filho sobre o divórcio” Eu balancei a cabeça mesmo discordando e então a coloquei no chão assim que atravessamos a porta de entrada da casa. Ela foi pegar o ônibus para o trabalho e eu dirigi para o escritório.

No segundo dia, foi mais fácil para nós dois. Ela se apoiou no meu peito, eu senti o cheiro do perfume que ela usava. Eu então percebi que há muito tempo não prestava atenção a essa mulher. Ela certamente tinha envelhecido nestes últimos 10 anos, havia rugas no seu rosto, seu cabelo estava ficando fino e grisalho. O nosso casamento teve muito impacto nela. Por uns segundos, cheguei a pensar no que havia feito para ela estar neste estado.

No quarto dia, quando eu a levantei, senti uma certa intimidade maior com o corpo dela. Esta mulher havia dedicado 10 anos da vida dela a mim.

No quinto dia, a mesma coisa. Eu não disse nada a Jane, mas ficava a cada dia mais fácil carregá-la do nosso quarto à porta da casa. Talvez meus músculos estejam mais firmes com o exercício, pensei.
Certa manhã, ela estava tentando escolher um vestido. Ela experimentou uma série deles mas não conseguia achar um que servisse. Com um suspiro, ela disse “Todos os meus vestidos estão grandes para mim”. Eu então percebi que ela realmente havia emagrecido bastante, daí a facilidade em carregá-la nos últimos dias.
A realidade caiu sobre mim com uma ponta de remorso… ela carrega tanta dor e tristeza em seu coração….. Instintivamente, eu estiquei o braço e toquei seus cabelos.

Nosso filho entrou no quarto neste momento e disse “Pai, está na hora de você carregar a mamãe”. Para ele, ver seu pai carregando sua mão todas as manhãs tornou-se parte da rotina da casa. Minha esposa abraçou nosso filho e o segurou em seus braços por alguns longos segundos. Eu tive que sair de perto, temendo mudar de idéia agora que estava tão perto do meu objetivo. Em seguida, eu a carreguei em meus braços, do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa. Sua mão repousava em meu pescoço. Eu a segurei firme contra o meu corpo. Lembrei-me do dia do nosso casamento.

Mas o seu corpo tão magro me deixou triste. No último dia, quando eu a segurei em meus braços, por algum motivo não conseguia mover minhas pernas. Nosso filho já tinha ido para a escola e eu me vi pronunciando estas palavras: “Eu não percebi o quanto perdemos a nossa intimidade com o tempo”.
Eu não consegui dirigir para o trabalho…. fui até o meu novo futuro endereço, saí do carro apressadamente, com medo de mudar de idéia…Subi as escadas e bati na porta do quarto. A Jane abriu a porta e eu disse a ela “Desculpe, Jane. Eu não quero mais me divorciar”.

Ela olhou para mim sem acreditar e tocou na minha testa “Você está com febre?” Eu tirei sua mão da minha testa e repeti “Desculpe, Jane. Eu não vou me divorciar. Meu casamento ficou chato porque nós não soubemos valorizar os pequenos detalhes da nossa vida e não por falta de amor. Agora eu percebi que desde o dia em que carreguei minha esposa no dia do nosso casamento para nossa casa, eu devo segurá-la até que a morte nos separe.

A Jane então percebeu que era sério. Me deu um tapa no rosto, bateu a porta na minha cara e pude ouví-la chorando compulsivamente. Eu voltei para o carro e fui trabalhar.

Na loja de flores, no caminho de volta para casa, eu comprei um buquê de rosas para minha esposa. A atendente me perguntou o que eu gostaria de escrever no cartão. Eu sorri e escrevi: “Eu te carregarei em meus braços todas as manhãs até que a morte nos separe”.
Naquela noite, quando cheguei em casa, com um buquê de flores na mão e um grande sorriso no rosto, fui direto para o nosso quarto onde encontrei minha esposa deitada na cama - morta.
Minha esposa estava com câncer e vinha se tratando a vários meses, mas eu estava muito ocupado com a Jane para perceber que havia algo errado com ela. Ela sabia que morreria em breve e quis poupar nosso filho dos efeitos de um divórcio - e prolongou a nossa vida juntos proporcionando ao nosso filho a imagem de nós dois juntos toda manhã. Pelo menos aos olhos do meu filho, eu sou um marido carinhoso.



LIÇÃO: Os pequenos detalhes de nossa vida são o que realmente contam num relacionamento. Não é a mansão, o carro, as propriedades, o dinheiro no banco. Estes bens criam um ambiente propício à felicidade mas não proporcionam mais do que conforto. Portanto, encontre tempo para ser amigo de sua esposa, faça pequenas coisas para manterem-se próximos e íntimos. Tenha um casamento real e feliz!




                                                                                   Autor desconhecido.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Sentimentos invisível. 

            
Oh baby você acha que me engana com esse jeito de valentão, essa marra de homem que me faz sofrer, eu sei que tudo isso não passa de uma máscara...
Você só tem a fachada de bad boy, tudo isso é medo de você mesmo sofrer. 
Na capa onde queres se esconder, não te deixa invisível a meus olhos baby.
Não seja tão frenético.
Não se preocupe meu amor, esta marra de durão esta sendo desenhado pela minha caneta no diário da nossa vida. E esta sendo manejada pela minha direção no labirinto dessa vida de tantas surpresas e exatidão .






                                              - Jancelly
quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Noite de Luar

 


Onde tudo começou.

Eu estou me arrumando para o show, eles não sabia que ia com você. E lá te encontrei, na praia bem distante do palco em noite de lua cheia sentada a beira mar, o vento frio e você estava lá. Lembro do barco acesso no mar, das estrelas , quantas estrela. Você me abraçava eu sintia o seu perfume o seu toque, as palavras parecia musicas no meu ouvido, o inicio de um amor sem fim. E foi diante da imensidão do luar, que você me pedia para namorar.

                             By Jancelly

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Eu sem você nada seria.

"As pessoas entram em nossa vida por acaso, mas não é por acaso que elas permanecem."


Você entrou na minha vida por acaso, e eu nem esperava quando vi estava apaixonada, você mudou a tua vida e eu mudei a minha. Foi o inevitável, pensávamos só em nós dois e nos momentos que me conquistaram, e a cada dia me conquista, e foi esses momentos que me fez acreditar e ter a certeza que o mundo ao seu lado paralisava. Eu tive medo, medo de achar que poderia ser mentira, ou ilusão... quem nunca teve medo? Eu tive e por certos momentos achei que nunca iria dar certo, mas foi seguindo o coração que hoje eu tenho a convicção que fomos feitos um para o outro. E que eu nada seria sem você. Obrigada por fazer meus dias melhores.
                                                 Jancelly
                                                                         

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